Quem é?

Costumam chamar de Fani. Mas foi batizada por Stefanie Carlan da Silveira. O nome de guerra acabou ficando Stefanie Silveira, devidamente sugerido pelo chefe-professor responsável por algumas de suas primeiras investidas no mundo jornalístico.

Vem lá das bandas do meio do Rio Grande do Sul, direto da boca do monte, encravada na zona oeste de Santa Maria. Hoje tenta virar Portoalegrina, lá pros lados da capital gaúcha.

Fez voto de pobreza há mais de um ano e meio. Traduzindo, formou-se jornalista. E tomou gosto pela coisa. Já trabalhou em rádio, em assessoria e num jornal diário. Dizem que tem muito gosto pela correria diária do hard news e adora uma boa “indiada” na editoria de polícia ou na geral.

Apesar de amar o dia-a-dia de uma redação ela também gosta da academia. A dos estudos, não da musculação. E depois de monografar ferozmente durante a graduação e na especialização, ela resolveu virar mestre. Em comunicação, não nas artes marciais. Mesmo assim, segue no exercício diário do jornalismo, trabalhando como louca e aprendendo mais ainda.

Você pode encontrá-la no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre. Ou trabalhando enlouquecida na esquina da Ipiranga com a Érico. Ou ainda tentando entender como dar conta do mestrado e do trabalho. Ou ainda por email, MSN, orkut, telefone, sinais de fumaça, pombo correio. Ou numa visita a Santa Maria. Ou por aí, pelos cantos deste mundão bem grande.

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